A Coreia do Sul combina história, cultura, tecnologia e paisagens naturais em um único destino. De cidades vibrantes como Seul a templos, montanhas e vilarejos tradicionais, o país oferece experiências para diferentes estilos de viajantes durante o ano inteiro.
Brasileiros não precisam de visto para viajar à Coreia do Sul a turismo por até 90 dias. No entanto, o passaporte deve ter validade durante todo o período da viagem, sendo recomendável que tenha pelo menos seis meses de validade.
Além da isenção de visto, todos os viajantes estrangeiros devem preencher gratuitamente o Korea e-Arrival Card, disponível a partir de 3 dias antes da chegada ao país. O formulário é obrigatório e deve ser enviado antes do desembarque. Utilize apenas o site oficial da imigração para evitar páginas falsas que cobram pelo serviço.
Formulário oficial do Korea e-Arrival Card:
https://www.e-arrivalcard.go.kr/
Atualmente, brasileiros também estão isentos do K-ETA (Korea Electronic Travel Authorization) até 31 de dezembro de 2026. Caso essa isenção seja encerrada ou alterada, será necessário solicitar a autorização antes do embarque.
As autoridades de imigração também podem solicitar documentos como passagem de saída da Coreia do Sul, comprovante de hospedagem e comprovação de recursos financeiros para o período da viagem.
Além disso, viajantes provenientes do Brasil devem portar o Certificado Internacional de Vacinação contra a Febre Amarela (CIVP).
A moeda oficial da Coreia do Sul é o won sul-coreano, identificado pela sigla KRW e pelo símbolo ₩.
As cédulas em circulação são de ₩1.000, ₩5.000, ₩10.000 e ₩50.000. Já as moedas utilizadas no dia a dia são de ₩10, ₩50, ₩100 e ₩500.
O won não é dividido em unidades utilizadas no cotidiano, e os preços no país são apresentados sempre em valores inteiros, sem casas decimais.
A Coreia do Sul é um dos países mais avançados em pagamentos eletrônicos, e a maioria dos estabelecimentos aceita cartões internacionais das bandeiras Visa, Mastercard e American Express, incluindo hotéis, restaurantes, lojas, supermercados e atrações turísticas.
Para utilizar o transporte público, a opção mais prática é o T-money, um cartão recarregável aceito em metrôs, ônibus e na maioria dos táxis. Ele também pode ser utilizado em lojas de conveniência e em diversos estabelecimentos parceiros, facilitando pequenas compras durante a viagem.
Outra alternativa para turistas é o WOWPASS, um cartão pré-pago que permite carregar saldo em won, realizar pagamentos em estabelecimentos que aceitam cartão e utilizar o sistema T-money para transporte público.
Embora os pagamentos eletrônicos sejam amplamente utilizados, vale a pena ter uma pequena quantia em dinheiro para compras em mercados tradicionais, barracas de rua e alguns estabelecimentos menores.
Se você pretende utilizar um cartão internacional, uma boa alternativa é a Wise, que permite realizar pagamentos no exterior e sacar dinheiro em caixas eletrônicos compatíveis. Além disso, o aplicativo oferece conversão de moeda com câmbio comercial e facilita o gerenciamento dos gastos durante a viagem.
A Coreia do Sul possui diversos aeroportos internacionais, sendo o principal o Aeroporto Internacional de Incheon (ICN), localizado a cerca de 50 km de Seul. Considerado um dos melhores aeroportos do mundo, é a principal porta de entrada para voos internacionais e conta com excelente infraestrutura e conexões de transporte para a capital.
Outro aeroporto importante é o Aeroporto Internacional de Gimpo (GMP), também em Seul, que concentra principalmente voos domésticos, além de algumas rotas internacionais para países próximos, como Japão, China e Taiwan.
Outros aeroportos internacionais que recebem voos do exterior incluem Busan (PUS), Jeju (CJU), Daegu (TAE), Cheongju (CJJ), Muan (MWX) e Yangyang (YNY), embora muitos deles operem rotas internacionais sazonais ou regionais. Para a maioria dos turistas brasileiros, Incheon continua sendo o aeroporto de chegada mais comum.
Para utilizar metrôs e ônibus, vale a pena adquirir o T-money, um cartão recarregável aceito em praticamente todo o país. Com ele, você embarca com mais rapidez e ainda aproveita a integração entre diferentes meios de transporte. Você pode comprá-lo e recarregá-lo em lojas de conveniência e nas estações de metrô.
Se o seu roteiro incluir viagens entre cidades, o KTX (Korea Train eXpress) é a melhor opção. O trem de alta velocidade conecta destinos como Seul, Busan, Daegu, Daejeon e Gwangju em poucas horas, oferecendo conforto e agilidade.
Já os táxis são seguros, utilizam taxímetro e costumam ter preços mais acessíveis do que em muitos outros países desenvolvidos. Para chamar uma corrida, a maioria dos moradores utiliza o aplicativo Kakao T. No entanto, o Uber também está disponível em algumas cidades por meio de parcerias locais.
Por fim, se você pretende visitar a Ilha de Jeju ou outras regiões menos atendidas pelo transporte público, alugar um carro pode ser a melhor alternativa. Assim, você ganha mais liberdade para explorar os destinos no seu próprio ritmo.
A melhor época para visitar a Coreia do Sul depende do tipo de experiência que você procura, já que o país possui quatro estações bem definidas.
A primavera (março a maio) é uma das épocas mais populares, com temperaturas agradáveis e a famosa floração das cerejeiras, além de parques e montanhas cobertos por flores.
O verão (junho a agosto) é quente, úmido e marcado pelo período das chuvas, especialmente entre o fim de junho e julho. Apesar disso, é uma boa época para aproveitar festivais, praias e ilhas como Jeju.
O outono (setembro a novembro) é considerado por muitos a melhor estação para viajar. O clima é seco e ameno, e as paisagens ganham tons vibrantes de vermelho, laranja e amarelo, principalmente em parques nacionais e áreas montanhosas.
Já o inverno (dezembro a fevereiro) é frio, com temperaturas frequentemente abaixo de 0 °C e possibilidade de neve em diversas regiões. É a época ideal para quem deseja conhecer o inverno coreano, visitar estações de esqui ou apreciar as cidades com clima típico da estação.
A Coreia do Sul utiliza tomadas dos tipos C e F, as mesmas encontradas em grande parte da Europa. A voltagem padrão é de 220 V, com frequência de 60 Hz.
Se os seus aparelhos utilizam o padrão brasileiro de dois pinos redondos (tipo C), normalmente será possível conectá-los sem adaptador. Já equipamentos com plugues de três pinos ou de outros padrões podem exigir um adaptador de tomada.
Antes da viagem, verifique se seus eletrônicos são bivolt (100–240 V). Caso não sejam, será necessário utilizar um conversor de voltagem para evitar danos ao equipamento.
O idioma oficial da Coreia do Sul é o coreano (한국어 – Hanguk-eo). O alfabeto utilizado é o Hangul, criado no século XV e considerado um dos sistemas de escrita mais fáceis de aprender.
Em áreas turísticas, hotéis, aeroportos e estações de transporte, é comum encontrar placas e sinalizações também em inglês. No entanto, fora dos principais centros turísticos, muitos estabelecimentos menores e restaurantes locais utilizam apenas o coreano.
Ter um aplicativo de tradução no celular pode facilitar bastante a comunicação, principalmente para ler cardápios, placas e conversar em locais onde o inglês não é amplamente falado.
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