A China reúne história milenar, cidades futuristas, paisagens grandiosas e uma das culturas mais fascinantes do mundo.
Brasileiros não precisam de visto para entrar na China a turismo por até 30 dias. A isenção também se aplica a viagens de negócios, visitas a familiares e amigos, intercâmbio e trânsito. Atualmente, essa política permanece válida até 31 de dezembro de 2026.
O passaporte deve permanecer válido durante todo o período da viagem. Além disso, as autoridades de imigração podem solicitar a passagem de saída, o comprovante de hospedagem e documentos que comprovem recursos financeiros para a estadia.
Para agilizar a entrada no país, recomenda-se preencher o China Digital Arrival Card (CDAC) antes do embarque. O formulário pode ser enviado até três dias antes da chegada pelo portal oficial da imigração chinesa. Após o envio, o sistema gera um QR Code, que facilita o processo de entrada nos aeroportos e demais postos de imigração. Durante o período de transição, alguns aeroportos ainda permitem o preenchimento presencial em quiosques ou por meio de formulário em papel.
China Digital Arrival Card (site oficial):
https://s.nia.gov.cn/ArrivalCardFillingPhone/service-instruction
A moeda oficial da China é o renminbi, identificado pela sigla CNY e pelo símbolo ¥. No dia a dia, a unidade monetária é conhecida como yuan (元).
Atualmente, circulam cédulas de ¥1, ¥5, ¥10, ¥20, ¥50 e ¥100. Além disso, o país utiliza moedas de 1 jiao, 5 jiao e ¥1. As antigas cédulas de 2 yuan e as moedas de menor valor continuam existindo, mas raramente aparecem em circulação.
Cada yuan é dividido em 10 jiao, e cada jiao corresponde a 10 fen. No entanto, devido ao aumento dos preços ao longo dos anos, as moedas e cédulas em fen praticamente deixaram de ser utilizadas nas transações do dia a dia.
A China utiliza amplamente pagamentos digitais, tornando o uso de dinheiro em espécie cada vez menos comum. Atualmente, muitos estabelecimentos aceitam pagamentos por meio de QR Code, inclusive em mercados, restaurantes, táxis e pequenas lojas.
Os aplicativos Alipay e WeChat Pay são as principais formas de pagamento no país. Além disso, ambos permitem que turistas estrangeiros vinculem cartões internacionais das bandeiras Visa, Mastercard, JCB, Diners Club e Discover, facilitando as compras durante a viagem.
Os cartões de crédito e débito internacionais também são aceitos em hotéis, aeroportos, grandes redes de lojas e alguns restaurantes. No entanto, a aceitação ainda é limitada em pequenos estabelecimentos. Por isso, vale a pena configurar o Alipay ou o WeChat Pay antes da viagem.
Se você pretende utilizar um cartão internacional, uma boa alternativa é a Wise, que permite realizar pagamentos no exterior e sacar dinheiro em caixas eletrônicos compatíveis. Além disso, o aplicativo oferece conversão de moeda com câmbio comercial e facilita o gerenciamento dos gastos durante a viagem.
Os trens de alta velocidade (High-Speed Rail) representam a principal opção para viagens de média e longa distância. Além de serem confortáveis, eles conectam cidades como Pequim, Xangai, Xi’an, Guangzhou, Shenzhen, Hangzhou e Chengdu em poucas horas.
Nas grandes cidades, o metrô oferece a forma mais prática de locomoção. Atualmente, dezenas de cidades contam com redes extensas, sinalização em inglês e integração com ônibus e trens urbanos.
Os ônibus complementam o transporte público e atendem áreas onde o metrô não chega. Além disso, os trens convencionais continuam sendo uma alternativa para quem busca passagens mais econômicas.
Os aplicativos Didi e Amap facilitam os deslocamentos de táxi e carro por aplicativo. No entanto, como muitos serviços utilizam apenas o idioma chinês, vale a pena instalar os aplicativos e configurar as formas de pagamento antes da viagem.
Para trajetos mais longos, a ampla malha aérea doméstica conecta praticamente todas as regiões do país, oferecendo voos frequentes entre as principais cidades.
China possui uma das maiores e mais modernas redes de transporte do mundo, permitindo deslocamentos rápidos entre cidades e regiões.
Os trens de alta velocidade (High-Speed Rail) representam a principal opção para viagens de média e longa distância. Além de serem confortáveis, eles conectam cidades como Pequim, Xangai, Xi’an, Guangzhou, Shenzhen, Hangzhou e Chengdu em poucas horas.
Nas grandes cidades, o metrô oferece a forma mais prática de locomoção. Atualmente, dezenas de cidades contam com redes extensas, sinalização em inglês e integração com ônibus e trens urbanos.
Os ônibus complementam o transporte público e atendem áreas onde o metrô não chega. Além disso, os trens convencionais continuam sendo uma alternativa para quem busca passagens mais econômicas.
Os aplicativos Didi e Amap facilitam os deslocamentos de táxi e carro por aplicativo. No entanto, como muitos serviços utilizam apenas o idioma chinês, vale a pena instalar os aplicativos e configurar as formas de pagamento antes da viagem.
O MTR é a principal forma de transporte e conecta as principais regiões de Hong Kong, incluindo Hong Kong Island, Kowloon, os Novos Territórios, a Ilha de Lantau e o Aeroporto Internacional de Hong Kong. Além de rápido, o sistema conta com sinalização em chinês e inglês.
Para utilizar o transporte público, vale a pena adquirir um Octopus Card. O cartão recarregável permite pagar viagens no metrô, ônibus, bondes, ferries e Airport Express. Além disso, ele também é aceito em lojas de conveniência, supermercados, restaurantes, máquinas de venda automática e diversos estabelecimentos comerciais.
Os ônibus complementam a rede de transporte e chegam a bairros e atrações que não são atendidos pelo metrô. Já os tradicionais bondes de dois andares (Hong Kong Tramways) circulam pela Hong Kong Island desde 1904 e representam uma das formas mais econômicas de conhecer a cidade.
O Star Ferry faz a travessia entre Hong Kong Island e Kowloon e é considerado um dos passeios mais tradicionais da cidade, além de oferecer uma das melhores vistas do Victoria Harbour.
Para quem prefere utilizar carro, os aplicativos Uber e HKTaxi estão disponíveis em Hong Kong. Os táxis também são seguros, utilizam taxímetro e circulam por toda a região.
Por fim, ferries ligam Hong Kong a ilhas como Lantau, Cheung Chau, Lamma Island e Peng Chau, além de oferecer conexões para Macau e algumas cidades do sul da China.
A China pode ser visitada durante todo o ano, pois o país possui um território extenso e grande diversidade climática. No entanto, a melhor época depende da região e do roteiro escolhido.
De modo geral, a primavera, entre março e maio, e o outono, entre setembro e novembro, oferecem as condições mais agradáveis para viajar. Além disso, as temperaturas costumam ser amenas, os dias são mais estáveis e as paisagens ficam especialmente bonitas.
O verão, entre junho e agosto, costuma registrar temperaturas elevadas e maior volume de chuvas em diversas regiões. Apesar disso, é um bom período para conhecer áreas montanhosas e o norte do país.
Já o inverno, entre dezembro e fevereiro, apresenta temperaturas bastante baixas, principalmente no norte da China. No entanto, essa época atrai visitantes interessados em neve, festivais de inverno e paisagens típicas da estação.
Sempre que possível, evite viajar durante os principais feriados nacionais, como o Ano Novo Chinês e a Golden Week, pois atrações turísticas, estações e aeroportos costumam registrar grande movimento.
A China utiliza tomadas dos tipos A, C e I, dependendo da região e da construção. A voltagem padrão é de 220 V, com frequência de 50 Hz.
Como o país utiliza mais de um padrão de tomada, vale a pena levar um adaptador universal para utilizar seus aparelhos eletrônicos com tranquilidade. Além disso, verifique se seus equipamentos são bivolt (100–240 V) antes da viagem, principalmente itens como secadores de cabelo, chapinhas e barbeadores elétricos.
Mandarim é o idioma oficial da China e está presente em todo o país. Além disso, ele é conhecido oficialmente como putonghua (chinês padrão) e representa a língua utilizada na educação, nos meios de comunicação e nos serviços públicos.
Embora o mandarim predomine, a China também possui diversos dialetos e idiomas regionais, como o cantonês, o shanghainês e o hokkien, especialmente em determinadas províncias e cidades.
Nas principais atrações turísticas, aeroportos e estações de trem, muitas placas também apresentam informações em inglês. No entanto, fora das grandes cidades, o uso do inglês é mais limitado. Por isso, utilizar um aplicativo de tradução pode facilitar a comunicação durante a viagem.
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